Leitor de Código de Barras Fixo Honeywell Solaris 7980g QR Code 2D
R$ 1.089,09
6x de R$ 181,52 sem juros
R$ 1.089,09
6x de R$ 181,52 sem juros
R$ 1.190,09
6x de R$ 198,35 sem juros
R$ 839,59
6x de R$ 139,93 sem juros
R$ 1.273,79
6x de R$ 212,30 sem juros
R$ 1.088,99
6x de R$ 181,50 sem juros
R$ 1.275,00
6x de R$ 212,50 sem juros
R$ 1.150,00
6x de R$ 191,67 sem jurosPrecisa decidir rápido qual leitor fixo comprar? Aqui você encontra critérios práticos para escolher por aplicação, conexão e robustez e links diretos para abrir a ficha técnica de cada modelo no card.
Escolha primeiro 1D ou 2D; depois confirme USB/RS232/Ethernet para integrar; por fim valide robustez (IP/quedas) e óptica/iluminação na ficha do fabricante.
Um leitor de código de barras fixo é um scanner instalado em um ponto estático que lê códigos de forma automática, sem gatilho manual. Ele é indicado para esteiras, caixas de passagem e balanças. Para compras B2B, isso significa mais velocidade, menos erros e integração consistente com sistemas de PDV e ERP.
Ao ficar posicionado de forma permanente, o leitor dispara a leitura por presença do objeto ou sinal externo. Isso padroniza o processo e reduz fadiga do operador. Em fluxos contínuos, a estabilidade de operação pesa tanto quanto a velocidade. Para ver as opções do nosso catálogo, acesse os modelos de leitor fixo.
Leitores 1D (lineares) capturam apenas códigos de barras tradicionais. Imagers 2D leem QR, Data Matrix e até telas de celular, além de lidarem melhor com códigos danificados. Isso importa porque define o que você consegue escanear hoje e amanhã e também influencia custo e velocidade da operação.
Em geral, um leitor linear 1D atende códigos lineares e costuma ser mais acessível. Já um imager 2D amplia os casos de uso: lê em papel, plástico, metal com reflexo e telas. Se você prevê usar QR ou Data Matrix, vá de leitores 2D. Em fluxos simples de PDV, leitores 1D podem bastar.
Defina primeiro o tipo de leitura (1D ou 2D) e o cenário de uso: caixa parada, esteira ou balança. Em seguida, cheque interfaces e protocolos para integrar com seu PDV/ERP. Por fim, valide robustez, montagem e óptica na ficha técnica do fabricante. Os cards do catálogo levam a esses detalhes.
Pense no seu fluxo: objeto parado permite maior tolerância; objeto em movimento exige óptica e exposição otimizadas. Em seguida, mapeie as conexões do seu sistema. Finalmente, avalie o ambiente: poeira, umidade e químicos pedem carcaça vedada.
Verifique se o leitor oferece USB para PDVs simples, RS232 para integrações com balança e automação legada, e Ethernet/industrial para redes fixas e controle centralizado. A compatibilidade depende de protocolos, drivers e SDKs. Confirme tudo na ficha técnica do fabricante e com o suporte antes de comprar.
USB é plug and play em PCs e caixas; RS232 é estável em balanças e CLPs antigos; Ethernet facilita gestão centralizada e PoE em linhas. Integrações sólidas pedem drivers/SDK e protocolos suportados pelo seu software. Explore a categoria de leitores de código de barras e, se precisar mobilidade, veja também opções de leitores sem fio.
Confirme na ficha técnica o grau de proteção IP contra poeira e umidade, a resistência a quedas/impactos e a faixa de temperatura de operação. Ambientes industriais exigem robustez superior, o que tende a elevar o custo, mas aumenta a vida útil e reduz paradas não planejadas na sua linha.
O código IP é definido pela IEC 60529 (fonte: IEC 60529). Ele indica a vedação contra sólidos e líquidos. Se houver névoa, vibração ou químicos, valide recomendações do fabricante. Em lojas e escritórios, soluções mais leves podem ser suficientes, reduzindo investimento.
Analise lente, campo de visão e tipo de iluminação do leitor para lidar com códigos pequenos, reflexivos, danificados ou em movimento. Essas características definem a distância e a tolerância de leitura. Em muitos casos, suportes, anéis de luz e gabaritos de montagem são essenciais para estabilidade e repetibilidade.
Lentes definem a área útil e o foco. Iluminação vermelha, branca ou polarizada ajuda a vencer reflexos em filmes e metais. Em esteiras, tempo de exposição e gatilho externo evitam borrões. Planeje a montagem com suportes e gabaritos para manter ângulo e distância constantes em cada leitura.
Sim, leitores fixos integram com balanças, PDVs e ERPs quando há alinhamento de interfaces e protocolos. PDV costuma usar USB; balanças e automação, RS232; redes e gestão centralizada, Ethernet. Verifique drivers, APIs/SDKs e faça um teste real de integração com seus sistemas antes de aprovar a compra.
Mapeie o fluxo completo: do scanner ao campo exibido no seu sistema. Teste caracteres especiais e prefixos/sufixos. RS-232 segue o padrão EIA/TIA-232 (fonte: RS-232), útil em equipamentos legados. Para balanças, veja balanças etiquetadoras compatíveis e confirme pinagem/cabos na ficha.
Realize uma prova de conceito: leia seus códigos reais, incluindo danificados e reflexivos. Simule a velocidade/ângulo do fluxo. Faça um teste de integração com seu POS/ERP, validando campos e caracteres. Em cenários severos, simule poeira/vibração leve. Se a ficha técnica ou drivers forem incompletos, procure assistência.
Leve amostras com impressão ruim e superfícies brilhantes. Varie distância e inclinação até achar a janela ideal. No software, confirme a leitura correta de separadores e acentos. Documente o setup (distância, ângulo, iluminação) para replicar na instalação. Dúvidas sobre compra? Veja como comprar na Automasite.
O preço varia por tecnologia (1D vs 2D), interfaces de integração (USB, RS232, Ethernet), robustez e garantia, além do desempenho óptico e acessórios de montagem/iluminação. Soluções industriais e com maior flexibilidade custam mais, mas reduzem paradas e retrabalho. Consulte sempre o preço atualizado no card do produto.
Imagers 2D e iluminação avançada elevam o investimento, porém ampliam o uso e reduzem erros. Ethernet e protocolos industriais agregam controle e gestão, com custo maior. Carcaças vedadas e proteção aumentam a vida útil em ambientes severos. Acessórios como suportes e anéis de luz também entram no orçamento.
Funciona, mas com ressalvas. Em indústria, conexões cabeadas costumam ser mais estáveis e previsíveis, ideais para fluxos críticos e contínuos. Leitores sem fio podem atender estações pontuais, desde que o alcance e a autonomia atendam ao turno. Verifique interferências no local e confirme limites na ficha técnica.
Sem fio traz flexibilidade de instalação. Porém, pode sofrer com congestionamento de rede e recarga de baterias. Cabeado simplifica manutenção, garante alimentação contínua e evita quedas de conexão. Use os leitores sem fio em pontos menos críticos ou como redundância, e mantenha vias cabeadas nas etapas-chave.
Filtre por aplicação e por 1D/2D no catálogo. Depois, compare três pontos da ficha técnica: interfaces e protocolos para integrar, robustez adequada ao ambiente e óptica/iluminação para seu tipo de código e distância. Por fim, solicite um teste com seus códigos e fluxo real para validar a escolha.
No catálogo, use os filtros de filtrar leitores fixos e, se precisar, explore ver imagers 2D. Abra o card para checar a ficha do fabricante, drivers e SDKs. Em dúvida entre dois modelos? Priorize o que provar melhor desempenho com seus códigos e ângulos.
Veja respostas rápidas para dúvidas comuns sobre leitores fixos: tipo de leitura (1D vs 2D), conexões e integração, robustez para poeira/temperatura, acessórios de montagem/iluminação e manutenção. Todas orientam o que checar na ficha técnica do fabricante e como usar os filtros do catálogo para decidir com segurança.
1D atende códigos lineares simples com menor custo. 2D lê QR, Data Matrix e telas, sendo mais flexível e tolerante a danos. Escolha pelo tipo de código que você usa hoje e pelo que pretende adotar no futuro próximo.
USB para PDV/PC, RS232 para balanças e automação legada, e Ethernet para rede e controle centralizado. Garanta que protocolos e drivers/SDKs sejam compatíveis com seu sistema antes de fechar a compra.
Verifique o grau de proteção IP, resistência a quedas/impactos e faixa de temperatura de operação na ficha técnica. Ambientes severos pedem carcaça vedada e componentes reforçados.
Use suportes para estabilidade, anéis de luz para melhorar a iluminação e gabaritos para padronizar posição e ângulo. Eles aumentam repetibilidade e reduzem ajustes finos no dia a dia.
Prefira linear 1D ou 2D otimizado para movimento. Teste com seus códigos, distância e ângulos reais para confirmar consistência de leitura na velocidade da sua esteira.
Sim. Verifique compatibilidade de interfaces (USB/RS232/Ethernet), protocolos e a existência de drivers/SDKs. Faça um teste de ponta a ponta antes de implantar.